AKIRAndo Asia
segunda-feira, 12 de maio de 2014
No WiFi...no TIME...no posts...
Estava um bom tempo sem postar nada aqui....desculpem.....
São 2 os motivos pela demora:
FALTA DE TEMPO
Acreditem, não é preguiça e nem mentira...viajar de mochilão não é fácil, requer muito tempo e energia.
Muitas vezes não existe tempo para parar pois você tem que programar os outros dias, organizar sua mochila, socializar-se (e muuuuito).....
Não dá pra simplesmente dizer, com licença que vou atualizar meu blog e deixar os novos amigos de lado....
SEM INTERNET
Quanto mais se vai para o interior de um país, ou mesmo para um outro país mais "pobre", pior fica a internet.
Não é que não exista internet, mas que ela é muuuuuito ruim....
Muitos lugares nem tem direito um banheiro decente, ou água quente, imagine internet.....
Outras até falta água e energia elétrica....
Por isso não se pode pedir muito dos lugares que estou indo, muito menos se é no esquema de mochilão....
Mas, quando acho uma internet decente e tempo, tento compensar o tempo perdido e atualizar o blog....
Estou quase um mês atrasado e muitas coisas incríveis já aconteceram...
Peço desculpas e vou lutando para achar um WiFi legal para conversar com minha família, amigos e postar as novidades no blog....
E vamu que vamu!
[Chiang Mai - Tailândia] "Collecting Alms"
[11 de abril 2014 - Chiang Mai - Tailândia]
Desculpem se existirem algumas informações desencontradas, considerem meu texto como um relato dos meus pensamentos e ajudem contribuindo com mais informações....
Tenho receio de traduzir o termo "collecting alms", mas seria, aproximadamente, "recebendo esmolas"...
Todo dia, bem cedo, geralmente por volta das 6:00 as 7:00, os monges saem as ruas para praticar um ato muito importante para seu crescimento e evolução espiritual.
Eles levam consigo uma grande tigela com tampa em que colocam as oferendas do povo.
Onde encontrá-los? Qualquer lugar, eles andam geralmente sozinhos ou em pequenos grupo, cada um indo em diferentes caminhos.

Muitas vezes podemos ver pessoas esperando os monges para dar-lhes as oferendas. Muitos monges rezam por 1 minuto para a pessoa e depois continua seu caminho.
Eu e minha amiga canadense acordamos bem cedo para poder oferecer o que tínhamos comprado no dia anterior.
Levamos leite de soja e bananas para os monges, recebemos muitas orações naquele dia.
Geralmente os monges ganham alimento, e é desse alimento que eles vão comer durante o dia.
É arduo vê-los caminhando todo dia bem cedo para conseguir o alimento do dia...
No início achei isso muito triste....mas conversando com os monges e lendo alguns textos sobre o assunto descobri que o "collecting alms" é uma das formas e caminho para o crescimento espiritual de um monge e não mendigagem...
Crianças monges também caminham todas as manhãs em busca do seu crescimento espiritual.
É lindo ver como essa cultura é tão ligada com a vida comum da Tailândia.
Você pode oferecer as "esmolas"de manhã e ao entardecer, mas na última geralmente você tem que ir até os templos.
"Collecting alms"não é caridade, é uma atividade religiosa, dos monges e do povo, uma relação de proximidade entre os dois, de dependência e respeito.
Abaixo uma foto, não minha, da tigela:
Desculpem se existirem algumas informações desencontradas, considerem meu texto como um relato dos meus pensamentos e ajudem contribuindo com mais informações....
Tenho receio de traduzir o termo "collecting alms", mas seria, aproximadamente, "recebendo esmolas"...
Todo dia, bem cedo, geralmente por volta das 6:00 as 7:00, os monges saem as ruas para praticar um ato muito importante para seu crescimento e evolução espiritual.
Eles levam consigo uma grande tigela com tampa em que colocam as oferendas do povo.
Onde encontrá-los? Qualquer lugar, eles andam geralmente sozinhos ou em pequenos grupo, cada um indo em diferentes caminhos.
Muitas vezes podemos ver pessoas esperando os monges para dar-lhes as oferendas. Muitos monges rezam por 1 minuto para a pessoa e depois continua seu caminho.
Eu e minha amiga canadense acordamos bem cedo para poder oferecer o que tínhamos comprado no dia anterior.
Levamos leite de soja e bananas para os monges, recebemos muitas orações naquele dia.
Geralmente os monges ganham alimento, e é desse alimento que eles vão comer durante o dia.
É arduo vê-los caminhando todo dia bem cedo para conseguir o alimento do dia...
No início achei isso muito triste....mas conversando com os monges e lendo alguns textos sobre o assunto descobri que o "collecting alms" é uma das formas e caminho para o crescimento espiritual de um monge e não mendigagem...
Crianças monges também caminham todas as manhãs em busca do seu crescimento espiritual.
É lindo ver como essa cultura é tão ligada com a vida comum da Tailândia.
Você pode oferecer as "esmolas"de manhã e ao entardecer, mas na última geralmente você tem que ir até os templos.
"Collecting alms"não é caridade, é uma atividade religiosa, dos monges e do povo, uma relação de proximidade entre os dois, de dependência e respeito.
Abaixo uma foto, não minha, da tigela:
[Chiang Mai - Tailândia] Templos em Chiang Mai
[10 april 2014 - Chiang Mai - Tailândia]
Chiang Mai é uma cidade com cara de interior, não muito grande, e bem acolhedora.
Como toda cidade na Tailândia, existem dezenas de templos budistas espalhados pela cidade.
Gostei de 2 desses templos, em que fui diversas vezes por diferentes motivos, os templos são:
Wat Chedi Luang
Wat Phra Singh Woramahaviharn
São templos divinos, enormes, cheio de detalhes e mistérios....dentro destes templos existem escolas e dormitórios para os monges. Em alguns existem até universidades em teologia budista.
Vale a pena gastar um bom tempo conhecendo e conversando com os monges que falam inglês, tem muito que aprender nessas conversas.
Chiang Mai é uma cidade com cara de interior, não muito grande, e bem acolhedora.
Como toda cidade na Tailândia, existem dezenas de templos budistas espalhados pela cidade.
Gostei de 2 desses templos, em que fui diversas vezes por diferentes motivos, os templos são:
Wat Chedi Luang
Wat Phra Singh Woramahaviharn
São templos divinos, enormes, cheio de detalhes e mistérios....dentro destes templos existem escolas e dormitórios para os monges. Em alguns existem até universidades em teologia budista.
Vale a pena gastar um bom tempo conhecendo e conversando com os monges que falam inglês, tem muito que aprender nessas conversas.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
[Chiang Mai - Tailândia] "Monk Chat" - bate papo com os monges
Alguns templos budistas em Chiang mai tem uma atividade chamada "Monk Chat", ou converse com o monge.
São monges que falam inglês, o que facilita nossa vida.
Pude participar de várias sessões, onde conversei sobre a cultura tailandesa, sobre comida, sobre o Brasil, sobre a vida de um monge, Budismo, viagens, futebol e várias outras coisas.
Conversando, pude perceber como eles não são diferentes de nós, com uma vida própria e até desejos para o futuro.
Numa dessas conversas conheci um monge que disse que irá sair da vida de monge em 2 anos, e nessa mesma conversa apareceu um outro monge que tinha desistido da vida de monge pois gostava muito de viajar.
Outro monge quer continuar como monge e não imagina a vida de outra forma.
Muitos deles tem dificuldade de sair da vida de monge por não ter experiência nem formação para trabalhar.
Não vou falar de tudo que consegui conversar, pois essa experiência deve ser vivida pessoalmente, por isso, quem se interessar, tente conversar com um monge....quem sabe seu conceito pode mudar....
quarta-feira, 9 de abril de 2014
[Chiang Mai - Tailândia] A procissão dos 500 monges...

[9 abril 2014 - Chiang Mai - Tailândia]
Existem coisas que descobrimos por acaso, que está longe do alcance dos turistas...no trem de Bangkok para Chiang Mai conheci uma senhora tailandesa muito simpática que sabia inglês.
Ela me disse que estava voltando para Chiang Mai por causa de um evento muito importante para ela, um tipo de procissão dos monges, fiquei muito curioso, o que levaria uma senhora a andar 750 km pra ver uma procissão???
Eu perguntei onde poderia encontrar essa procissão na cidade, e ela disse em qualquer lugar, a partir das 9:00 da manhã....em qualquer lugar??? Fiquei ainda mais curioso...
No dia seguinte acordei cedo, me preparei e fui em busca da "procissão dos monges".
Então vi o cartaz e entendi um pouco mais sobre o evento.
Mais de 500 monges Duthanga participaram da procissão para receber relíquias na cidade que depois será encaminhada para outras localidades.
O povo local prepara o caminho com um tapete vermelho e o cobre de pétalas de flores amarelas.
É uma imensidão de pessoas sentadas ao longo do longo tapete.
Mais e mais pessoas chagavam, inclusive estrangeiros turistas desavisados que não sabiam o que iria acontecer.
Outros já informados, sentavam junto com os locais para a cerimônia.
E então, de longe pude ver uma linha alaranjada chegando...os monges em fila perfeita estavam chegando onde fiquei aguardando.
A sensação é indescritível, algo totalmente fora do comum.
Os monges caminhavam, sem pressa, pelo carpete cheio de pétalas carregando um tipo de guarda-chuva e seus apetrechos usuais da manhã para "receber esmolas".
Enquanto isso o povo, sentado, rezava para os monges, que momento!
A devoção do povo tailandês é impressionante. As pessoas ficavam horas aguardando e depois todo momento na passagem dos 500 monges rezando em voz alta.
As lojas pararam e a maioria rezava, mesmo em pé.
Decidi então acompanhar os monges, do outro lado da rua, para saber onde estavam indo.
Caminhando pude perceber como o evento era importante e especial. Aliás, talvez único, uma jóia cultural.
Uma fila interminável de monges, parando trânsito, lojas, pessoas.
Inclusive tinham muitos monges crianças caminhando, esses ficavam no final da fila.
Na verdade acho que não eram exatamente monges oficiais, mas aspirantes a monges, depois conversando com um monge num dos templos da cidade.
Essas crianças moram nos templos, como os monges, longe de suas famílias. Muitos deles são de famílias muito pobres vindos de longe, até mesmo de países vizinhos como Laos.
Eles estudam na escola dos templos para aprenderem o papel do monge na sociedade, um papel muito árduo.
São 6,3 km de caminhada que começa num templo Wat Phrasingvoramahavihara e termina no templo Wat Chedi Luang Voravihara.
Foi uma experiência incrível, e então comecei a entender como pensa e funciona a cultura, principalmente do norte da tailândia.
Como o povo é devoto e como a crença aos monges é forte.
Isso ainda foi o começo da minha aventura no norte da Tailândia, na cidade de Chiang Mai...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
[Tailândia] Ah...como é viajar de trem na tailândia.... - Bangkok para Chiang Mai
[Tailândia - 7 e 8 de abril 2014]
Viajar pela Tailândia e não pegar o trem da noite é uma viagem incompleta....
Por isso, fui eu experimentar o tal do trem da noite.
Aliás, o trem é a forma mais barata de viajar pela Tailândia.
Fui tentar reservar meu assento na segunda classe, e adivinhem? Para o dia que queria não tinha, só para o mesmo dia, isso é, hoje!!!
Então foi correr para o guesthouse, juntar as tralhas, me preparar e ir para a estação pegar meu trem tão esperado para o norte da Tailândia!
Meu destino era Chiang Mai, uma cidade rota turística para os que querem conhecer melhor a cultura tailandesa e apreciar o melhor lugar para curtir o SongKhran (Festival de Ano Novo Tailandês).
Quando vi o trem, já me assustei um pouco....esse era o trem que ficaria 15 horas dentro e rodaria 751 km???
Me indicaram qual vagão deveria entrar, era segunda classe, com ventilador....pois me disseram que o ar condiciona era muito frio, melhor pegar o com ventilador, acreditei....
E está aí...a foto do interior da segunda classe, com ventilador.....
A segunda classe tem opção de assento ou cama, todos me falaram para pegar a cama, e melhor se fosse a cama de baixo....
Detalhe, não tinha a cama de debaixo, só de cima....
Quando entrei no vagão, o primeiro susto...esse é a segunda classe??? (imagina a classe econômica....)....corredor apertado, camas pequenas, e na superior, sem janelas!
Um calor incrível, que era um pouco aliviada pelo ventinho da ventilador rotatório....
Minha cama superior, sem janela, estreita....
Aí comecei a achar que não foi uma boa idéia ter pego um trem, muito menos cama...não daria pra ver nada, não tinha janela....
Mas pouco a pouco fui me acostumando, me ajeitando, olhando ao redor....
Uma senhora estava na cama de baixo, uma família jovem com uma menina de 3 anos estava em minha frente....
2 meninas que pareciam européis ficavam mais a frente....
E foi assim que me ajeitei, fechei um pouco a cortina, coloquei cadeado em minha bolsa e dormi....
O trem parou diversas vezes a noite e uma senhora passava pegando o pedido do café da manhã....
Ah, e o banheiro? Tinha sim....esquema daqueles que tem que se agachar, sem privada....que bom...segunda classe, pensei....
Dormi mais ou menos...mas consegui...meio que arrependido...
A MUDANÇA
Mas quando amanheceu, algumas coisas mudaram...
A senhora veio passando com o café da manhã que foi reservado na noite anterior, e um senhor chegou a senhora de baixo e perguntou algo em Tailândes, depois olhou para mim e perguntou em inglês se eu queria que desmontasse a cama e preparasse o assento e mesa para o café....assento? café?
Sem pensar muito disse SIM! Então saltei da cama e ele começou a desmontar a cama, incrível, em 1 minuto, as camas inferior e superior se transformaram em 2 assentos e uma incrível janela se abriu para a paisagem de fora!
Pedi um café da manhã, sanduíches, suco , iogurte....
E então pude ver a paisagem da viagem, por sinal, fantástica!
Olhei para minha frente e estava a senhora que tinha dormido na cama de baixo, deu um sorriso e então pouco a pouco começamos a conversar, claramente ela era tailandesa, e mais, falava inglês!
A Tailândia é muito bonito, e estou a caminho do norte dela, uma região mais com cara de interior.
Pouco a pouco a paisagem ia mudando, mas a beleza continuava.
Conversando com a senhora, aprendi muitas coisas, ela me ajudou a contar em tai (língua tailandesa), sobre palavras de agradecimentos, costumes e o que não fazer....
Aprendi que NÃO se pode mexer na cabeça das pessoas, pois a cabeça é sagrada.
Não é educado apontar para as pessoas, apontar com os pés (nem sabia que algu;em fazia isso...)...
O povo tailandês é muito simpático, no meio do caminho se via muitos acenando para nós.
Passamos por muitas vilas, cidades pequenas, estações no nada....
Nesse trem tinah de tudo, animais, pessoas circulando por todo lugar, muitos estrangeiros.
O trem muitas vezes parava e ficava um bom tempo sem movimentar, muitas vezes por causa de problemas técnicos.
Isto quer dizer, a gente nem sabia quando ia chegar em Chiang Mai.
Conversando com a senhora, ela me disse que teria no dia seguinte um evento muito importante, a caminhada dos 500 monges pela cidade...perguntei como acharia essa caminhada, ela disse que em qualquer lugar, com certeza. Disse que iria ver....
Foi então que cheguei a Chiang Mai, pra mais um passo da minha aventura....
Em Chiang Mai esperava achar uma Tailândia mais rústica, interiorana.
Também tinha vindo para participar do SongKhran, poder ver a caminhada dos 500 monges, os templos, o "Monk Chat"(conversar com os monges) e o "Colecting Alms" (a caminha dos monges pedindo por esmolas).
Vamos ver o que vai acontecer.....
Viajar pela Tailândia e não pegar o trem da noite é uma viagem incompleta....
Por isso, fui eu experimentar o tal do trem da noite.
Aliás, o trem é a forma mais barata de viajar pela Tailândia.
Fui tentar reservar meu assento na segunda classe, e adivinhem? Para o dia que queria não tinha, só para o mesmo dia, isso é, hoje!!!
Então foi correr para o guesthouse, juntar as tralhas, me preparar e ir para a estação pegar meu trem tão esperado para o norte da Tailândia!
Meu destino era Chiang Mai, uma cidade rota turística para os que querem conhecer melhor a cultura tailandesa e apreciar o melhor lugar para curtir o SongKhran (Festival de Ano Novo Tailandês).
Quando vi o trem, já me assustei um pouco....esse era o trem que ficaria 15 horas dentro e rodaria 751 km???
Me indicaram qual vagão deveria entrar, era segunda classe, com ventilador....pois me disseram que o ar condiciona era muito frio, melhor pegar o com ventilador, acreditei....
E está aí...a foto do interior da segunda classe, com ventilador.....
A segunda classe tem opção de assento ou cama, todos me falaram para pegar a cama, e melhor se fosse a cama de baixo....
Detalhe, não tinha a cama de debaixo, só de cima....
Quando entrei no vagão, o primeiro susto...esse é a segunda classe??? (imagina a classe econômica....)....corredor apertado, camas pequenas, e na superior, sem janelas!
Um calor incrível, que era um pouco aliviada pelo ventinho da ventilador rotatório....
Minha cama superior, sem janela, estreita....
Aí comecei a achar que não foi uma boa idéia ter pego um trem, muito menos cama...não daria pra ver nada, não tinha janela....
Mas pouco a pouco fui me acostumando, me ajeitando, olhando ao redor....
Uma senhora estava na cama de baixo, uma família jovem com uma menina de 3 anos estava em minha frente....
2 meninas que pareciam européis ficavam mais a frente....
E foi assim que me ajeitei, fechei um pouco a cortina, coloquei cadeado em minha bolsa e dormi....
O trem parou diversas vezes a noite e uma senhora passava pegando o pedido do café da manhã....
Ah, e o banheiro? Tinha sim....esquema daqueles que tem que se agachar, sem privada....que bom...segunda classe, pensei....
Dormi mais ou menos...mas consegui...meio que arrependido...
A MUDANÇA
Mas quando amanheceu, algumas coisas mudaram...
A senhora veio passando com o café da manhã que foi reservado na noite anterior, e um senhor chegou a senhora de baixo e perguntou algo em Tailândes, depois olhou para mim e perguntou em inglês se eu queria que desmontasse a cama e preparasse o assento e mesa para o café....assento? café?
Sem pensar muito disse SIM! Então saltei da cama e ele começou a desmontar a cama, incrível, em 1 minuto, as camas inferior e superior se transformaram em 2 assentos e uma incrível janela se abriu para a paisagem de fora!
Pedi um café da manhã, sanduíches, suco , iogurte....
E então pude ver a paisagem da viagem, por sinal, fantástica!
Olhei para minha frente e estava a senhora que tinha dormido na cama de baixo, deu um sorriso e então pouco a pouco começamos a conversar, claramente ela era tailandesa, e mais, falava inglês!
A Tailândia é muito bonito, e estou a caminho do norte dela, uma região mais com cara de interior.
Pouco a pouco a paisagem ia mudando, mas a beleza continuava.
Conversando com a senhora, aprendi muitas coisas, ela me ajudou a contar em tai (língua tailandesa), sobre palavras de agradecimentos, costumes e o que não fazer....
Aprendi que NÃO se pode mexer na cabeça das pessoas, pois a cabeça é sagrada.
Não é educado apontar para as pessoas, apontar com os pés (nem sabia que algu;em fazia isso...)...
O povo tailandês é muito simpático, no meio do caminho se via muitos acenando para nós.
Passamos por muitas vilas, cidades pequenas, estações no nada....
Nesse trem tinah de tudo, animais, pessoas circulando por todo lugar, muitos estrangeiros.
O trem muitas vezes parava e ficava um bom tempo sem movimentar, muitas vezes por causa de problemas técnicos.
Isto quer dizer, a gente nem sabia quando ia chegar em Chiang Mai.
Conversando com a senhora, ela me disse que teria no dia seguinte um evento muito importante, a caminhada dos 500 monges pela cidade...perguntei como acharia essa caminhada, ela disse que em qualquer lugar, com certeza. Disse que iria ver....
Foi então que cheguei a Chiang Mai, pra mais um passo da minha aventura....
Em Chiang Mai esperava achar uma Tailândia mais rústica, interiorana.
Também tinha vindo para participar do SongKhran, poder ver a caminhada dos 500 monges, os templos, o "Monk Chat"(conversar com os monges) e o "Colecting Alms" (a caminha dos monges pedindo por esmolas).
Vamos ver o que vai acontecer.....
domingo, 6 de abril de 2014
[Tailândia] Mercado Flutuante de Damnoen Saduak
[Tailândia- 6 de abril 2014]
Um doa mais populares mercados flutuantes da Tailândia, fica a 100 km de Bangkok, na província de Ratchaburi.
CUIDADO: recomendo que usem onibus de linha e não as vãs que também podem ser pegos na estação de ônibus. Essas vãs acabam te deixando alguns quilômetros antes para que você tenha que pegar o barco de passeio que eles tem contato.
É impressionante, em vez de ruas só rios que formam uma malha de trânsito dos barcos.
O canal Damnoen Saduak foi requisitado pelo rei Rama IV e entrou em operação em 1868.
Hoje serve para transporte, distribuir água para as fazendas ao redor e turismo.
Ás margens do canal existem diversas casas-mercado, em que pode-se comprar deste alimentos, suvenirs, e outros diversos produtos.
O mercado abre bem cedo, as 6 da manhã, e fica bem agitado cheios de barcos de turistas e de locais vendendo ou transportando produtos.
Pra voltar é só procurar pela estação de ônibus e pegar um para voltar a Bangkok.
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